Rodrigo Cardoso

Músico, Produtor, Editor
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(1979, Portugal). Em 2000 fundei a Bor Land, editora discográfica independente onde colaborei com alguns dos mais consensuais nomes da música portuguesa, como Old Jerusalem, Norberto Lobo, Carlos Bica, La La La Ressonance, München, Alexandre Soares, Jorge Coelho ou Gustavo Costa, e fui membro da banda de pop-experimental Alla Polacca. Estudei Produção e Tecnologias da Música na Esmae, no Porto. De 2009 a 2013 colaborei com a Cdgo / Jo-Jo's Music, a então maior e mais antiga loja de discos portuguesa e pioneira em vendas online. Em 2011 fundei a Boom Chicka Boom, uma pequena editora que é a casa d'Os Príncipes e dos Torto. Sou um dos cofundadores da Amaei, a primeira associação de editores independentes portugueses, afiliada da Impala (European Independent Music Companies Association) e da Win (World Independent Network). Desde 2013 colaboro com a Sonoscopia, uma plataforma de criação de música experimental e artes performativas, actuando com Srosh Ensemble e a Nova Orquestra Futurista do Porto. Vivo no Porto, Portugal.

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Colaborações

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Alexandre Soares, Alla Polacca, Bildmeister, Bruno Duarte, Bypass, Carlos Bica, Complicado, Daily Misconceptions, Gustavo Costa, In Her Space, Insert Coin, Jorge Coelho, Kafka, La La La Ressonance, Lobster, Mindelo, München, Most People Have Been Trained To Be Bored, Nova Orquestra Futurista do Porto, Norberto Lobo, Norton, Old Jerusalem, Ölga, Os Príncipes, Plasticine, Puget Sound, Puny, Rita Braga, Rose Blanket, Simpletone, Spatial White Noise, Srosh Ensemble, Starlux, Stealing Orchestra, Stowaways, Tenaz, The Allstar Project, The Astonishing Urbana Fall, The Grey Blues Bend, The Unplayable Sofa Guitar, Torto, Wave Simulator.

Novidades

Colexpla - Festival Internacional de Exploração Sonora
12 - 15 Setembro 2018 - Porto, Teatro Carlos Alberto
No Noise - Festival de Música Experimental & DIY
04 Agosto 2018 - Porto, Convento de Francos
Nova Orquestra Futurista do Porto
05 Abril 2018 - Loulé, Cine-Teatro Louletano

Colexpla - Festival Internacional de Exploração Sonora

12 - 15 Setembro 2018 - Porto, Teatro Carlos Alberto
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Abdul Moimême (pt) / Alfredo Costa Monteiro (pt) / Diana Combo (pt) / Eran Sachs (il) / Inês Castanheira (pt) / Kaffe Matthews (uk) / Ken Butler (us) / Lionel Marchetti (fr) / Marta Ângela (pt) / Meira Asher (il) / Miguel A. García (es) / MSHR (us) / Toma Gouband (fr) / Tomoko Sauvage (jp) / Trio Sowari (uk/de/fr) / ::vtol:: (ru) / Wade Matthews (us) / Xavier Garcia (fr)

O Teatro Carlos Alberto acolhe e coproduz com a Sonoscopia a primeira edição do Colexpla – Festival Internacional de Exploração Sonora. Comprometido com a difusão das novas formas de expressão musical nos domínios da música experimental, improvisada, eletroacústica e da arte sonora, o Colexpla surge da herança do Co-Lab – Festival Internacional de Música Experimental, realizado no Porto entre 1998 e 2003. As suas cinco edições contribuíram para a definição da identidade estética de vários músicos portuenses, tendo sido fundamentais para a criação dos pilares daquilo que viria a ser a Sonoscopia. Quinze anos depois, o Colexpla visa continuar e renovar esse legado, tomando o pulso ao estado actual da música exploratória, reflectindo e interferindo sobre ele, potenciando possíveis repercussões na criação artística portuguesa. O festival privilegiará áreas tão diversas como a expressividade musical através de novos instrumentos, as novas formas de interactividade na improvisação, as contaminações entre composição e improvisação ou a instalação sonora como forma musical. Fomentando a discussão e o conceito de liberdade inerente à sua matriz, o Colexpla emparelha novos artistas e nomes fortes da improvisação/experimentação internacional, em concertos, instalações sonoras, um workshop e uma conversa.

No Noise - Festival de Música Experimental & DIY

04 Agosto 2018 - Porto, Convento de Francos
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David Maranha & João Alves (pt) / dUAS sEMI cOLCHEIAS iNVERTIDAS (pt) / Ignaz Schick (de) / Ignaz Schick & Pedro Serrano (de/pt) / Innassaah Duo (nl/pt) / João Pais Filipe (pt) / Krake (pt) / Parpar (pt) / Paul Abbott & Keira Greene (uk/pt) / Paulo Eno e os Rantanplónicos (pt) / RRR (fr/pt) / Stereoboy (pt) / Thea Soti, Mike McCormick & Mascha Corman (de/ca) / Will Guthrie (au)

Depois de três edições confinadas ao limitado espaço físico da Sonoscopia, o No Noise expande este ano o conceito de menor festival de Verão para uma área bastante mais vasta e uma programação alargada que inclui concertos, instalações sonoras, bancas com edições independentes e um espaço dedicado às crianças, o Kindernoise. Para manter uma coesão territorial e ética na abordagem DIY que caracteriza este festival, este ano estaremos no Convento de Francos, um espaço com cerca de 6000 metros quadrados com inúmeras salas e um grande espaço verde que é habitado diariamente por três galinhas e uma simpática família de quatro cabras. Contrariamente à tendência de transformação de espaços devolutos da cidade em grandes empreendimentos turísticos, este convento que está a ser lentamente recuperado por uma pequena associação de fieis e será transformado num centro de espiritualidade, tolerância religiosa e cultura, assume-se assim como um espaço aberto à população e onde podemos usufruir de uma calma e silêncio raros nos meios urbanos. Em sintonia e em paralelo com este espaço, introduzimos várias novidades na edição deste ano do No Noise, que se irá iniciar logo pela manhã com o Kindernoise, um espaço dedicado aos vanguardistas mais novos, com workshops, teatro de marionetas, música e circo. Ao longo do dia haverá quinze pequenos concertos distribuídos por vários pontos do convento onde se poderão ouvir alguns nomes consagrados da música experimental como Will Guthrie, Ignaz Schick ou os portugueses David Maranha e Paulo Eno. Durante todo o festival haverá também em permanência várias instalações sonoras, bancas de edições independentes e uma selecção gastronómica para todos os gostos.

Nova Orquestra Futurista do Porto

05 Abril 2018 - Loulé, Cine-Teatro Louletano
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Som Riscado - Festival de Música e Imagem

O Som Riscado é um festival que pretende fomentar cruzamentos e diálogos criativos entre os universos da música, da imagem e das artes visuais, bem como apresentar abordagens exploratórias e experimentais de cariz contemporâneo em torno da arte do som. Tendo o Cine-Teatro Louletano como epicentro, o Som Riscado envolve vários espaços da cidade nas suas actividades e a Sonoscopia estará presente com o projecto Atlas de Instrumentos Utópicos e um concerto da improvável Nova Orquestra Futurista do Porto.